Proposta para a aula de Estética das Mídias: trazer uma obra de arte. Poderia ser uma poesia, uma música, uma fotografia, um vídeo, etc, etc, etcsss.
Vi ali o momento pra trabalhar algo que é quase como uma extensão de mim. A poesia, essa arte que inebria, que clama, que sangra e que sorri, tudo numa proporção ampliada pela paixão do verbo.
A orientação da professora era para que escolhêssemos algo de que gostássemos, que falasse conosco. Entre tantos autores, poetas, filósofos e pensadores consagrados, afora aqueles nem tão consagrados assim, optei por algo mais pessoal, mais próximo de mim, muito próximo, aliás, há apenas duas mesas!
E a repercussão da exposição do texto em aula para os colegas presentes foi tão boa que a pauta virou sugestão da professora para o trabalho final! Eu disse que essa menina ia longe, eu disse! Eu mesma fiz questão de a levar pra dentro da sala de aula da pós graduação lato-sensu da USP.
Vi ali o momento pra trabalhar algo que é quase como uma extensão de mim. A poesia, essa arte que inebria, que clama, que sangra e que sorri, tudo numa proporção ampliada pela paixão do verbo.
A orientação da professora era para que escolhêssemos algo de que gostássemos, que falasse conosco. Entre tantos autores, poetas, filósofos e pensadores consagrados, afora aqueles nem tão consagrados assim, optei por algo mais pessoal, mais próximo de mim, muito próximo, aliás, há apenas duas mesas!
E a repercussão da exposição do texto em aula para os colegas presentes foi tão boa que a pauta virou sugestão da professora para o trabalho final! Eu disse que essa menina ia longe, eu disse! Eu mesma fiz questão de a levar pra dentro da sala de aula da pós graduação lato-sensu da USP.
Sobre quando não há ninguém, embora haja
Estamos sozinhos. Ele e eu. Eu numa ponta da sala comprida. Ele na outra. Ponta. E ponto.
Silêncio de vozes presenciais. Vozes somente dos meios. Outros, que não nossa fala muda. Barulho apenas de quem não está. Para quem compartilha, nada. Vazio e silêncio e pronto. De pronto, qualquer rascunho humano de nós ecoa.
Diferente é só o que de mim sobra quando olho o resto do ser que não é, não sente, não percebe, não esquiva nem enfrenta. Ignóbil.
Aborrecidas elas passam. E como se não bastasse, me sorriem. As horas cruéis escorregando como lágrimas. Tristeza inclusive.
Céu se abriu e explodiu. Coração rebentou feito balão no alto. O que há são sobras das sombras assombrando o presente de medo.
Ficou a pintura borrada dialogando com o nada das paredes. Eco do silêncio na bagunça do espírito.
Valentia de estar só. Acompanhado.
7 voam comigo!:
AAaaaaaaaaahhhh!
Que vergonha! rsrs
Eu me lembro exatamente da situação que me fez escrever esse texto. Eu lembro até onde eu tava, o que eu estava fazendo, e lembro que dia da semana era! rsrsrs (depois te conto!)
E olha só como uma coisa pequena fica grande! Isso é um retrato da teoria do caos! hahaha
Obrigada, Amanda!
Lisonjeio é pouco para descrever essa sensação.
:D
"A poesia, essa arte que inebria, que clama, que sangra e que sorri, tudo numa proporção ampliada pela paixão do verbo."
Quanta verdade contida nessas palavras.
A poesia é como um bálsamo para a vida.
Quanto ao texto e a autora escolhidos... parabens pelo bom gosto, Amanda!
;D
... Tenho um comentário, mas não vou contar. (((sorriso)))
Ai que lindo isso!!!! Já virei seguidora.... ^^
bjos
Solidão a dois nunca mais (Moska)
Quem conhece a Camila não a conhece,
Quem não conhece e a lê, jamais a esquece.
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