domingo, 2 de janeiro de 2011

8 anos, 7 meses e 16 dias... e já era amor...

Abrindo um novo e misterioso horizonte de magia, a primeira luz, acompanhada do choro estridente - sinal do medo, já que até então, tudo era segurança e proteção -, marca o início de uma trajetória construída lentamente. Tijolo a tijolo, obstáculo a vitória, queda a conquista... Inicialmente... e sempre... com o apoio do amor ao redor. A partir de determinado momento, porém, com muito de um esforço particular.

Sorrisos foram causados em virtude do amor cultivado... bem antes... lá atrás... quando projetados foram os sonhos que começam, agora, a ser concretizados. O primeiro banho, os primeiros passos, as primeiras palavras, o primeiro sorriso... E a vida se encarrega de plantar novos sonhos. Estes, intimamente particulares, e que com toda certeza, novos sorrisos despertarão.

No caminho que liga o sonho a sua materialização, novos rostos e olhares vão sendo descobertos, e o destino se encarrega de acrescentar a estes um sorriso em benefício do acaso, ou não...

Passaram-se 28 anos de sorrisos despertados... em ti, e por ti. 28 anos desde o primeiro sorriso em consequência de sua chegada. E hoje, um sorriso mais recente se abre só para te lembrar que, após 28 anos tão complexamente vividos - creio e espero -, você ainda desperta antigos e novos sorrisos, dando aos rostos e olhares vida e cor, e que, entre todos os que já vivificaram e coloriram o meu, um, em especial, foi despertado pela mesma chegada - esta um pouco mais tardia, concordo, tão pouco menos pontual -, que despertou o primeiro sorriso.

Neste dia, além de tudo que um sorriso pode desejar ao seu motivo, eu desejo que você desperte ainda muitos antigos e novos sorrisos. Mas cá entre nós, e com uma pontinha de egoísmo de minha parte, como não, que desperte-os mais ainda no meu rosto. E diferentemente do primeiro, causado pela chegada, estes, em razão da estadia...



Obs.: Texto datado exatamente à referência do título e reproduzido com alguns ajustes, é claro! Me admiraria ler algo de tão longínquo/breve tempo passado que não me inspirasse qualquer alteração ou melhoria. Achados dessas ocasiões de faxinas de armários, computadores e backups, próprias do recesso, em fim de ano, do trabalho, dos estudos, dos deveres... do mundo "real"...

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